{"id":728,"date":"2013-10-18T17:29:45","date_gmt":"2013-10-18T19:29:45","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.dickinson.edu\/portugueseclub\/?p=728"},"modified":"2013-10-18T17:29:45","modified_gmt":"2013-10-18T19:29:45","slug":"100-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.dickinson.edu\/portugueseclub\/2013\/10\/18\/100-anos\/","title":{"rendered":"100 Anos&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>O ano de 2013 est\u00e1 sendo marcado pelo centen\u00e1rio de diversas personalidades da Literatura Brasileira.<\/p>\n<p>Vamos ver um pouco da biografia de 3 importantes nomes:<\/p>\n<div><b>CENTEN\u00c1RIO DE RUBEM BRAGA<\/b><\/div>\n<div>[100 anos de Rubem Braga]<br \/>\n<b><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-vw43uolWH8w\/UOg8KJT62ZI\/AAAAAAAAF8k\/QS57c1mkPIM\/s400\/Rubem+Braga.jpg\" \/><\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div><i><b>Rubem Braga<\/b><\/i>\u00a0(Cachoeiro do Itapemirim ES\u00a0<b><i>12 de janeiro de 1913<\/i><\/b>\u00a0&#8211; Rio de Janeiro RJ 19 de dezembro de 1990). Cronista, poeta e jornalista. Nascido no estado do Esp\u00edrito Santo, numa fam\u00edlia de sete irm\u00e3os, recebe em casa as primeiras li\u00e7\u00f5es, conduzidas pela irm\u00e3 mais velha. Estuda em Niter\u00f3i, Rio de Janeiro, entre 1927 e 1928, onde conclui o curso ginasial. Em 1929, realiza suas primeiras cr\u00f4nicas para o jornal Correio do Sul, de Cachoeiro do Itapemirim. Ingressa na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, mas finaliza a gradua\u00e7\u00e3o na Faculdade de Belo Horizonte, em 1932. \u00c9, ent\u00e3o, contratado pelo Di\u00e1rio da Tarde, para o qual passa a escrever cr\u00f4nicas di\u00e1rias. Ainda em 1932, realiza a cobertura da Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista para os Di\u00e1rios Associados, de Assis Chateaubriand. No ano seguinte, transfere-se para o Di\u00e1rio de S.Paulo e, em 1935, \u00e9 convidado a trabalhar no Di\u00e1rio da Noite e em O Jornal, ambos no Rio de Janeiro. Ainda em 1935, recebe convite para chefiar a p\u00e1gina policial do Di\u00e1rio de Pernambuco e muda-se para o Recife. Posteriormente, trabalha na funda\u00e7\u00e3o da Folha do Povo, \u00f3rg\u00e3o ligado \u00e0 Alian\u00e7a Nacional Libertadora (ANL), de oposi\u00e7\u00e3o ao governo de Get\u00falio Vargas. Perseguido, muda-se para o Rio de Janeiro, onde integra a equipe de A Manh\u00e3, tamb\u00e9m ligado \u00e0 ANL. Por sua manifesta\u00e7\u00e3o de ades\u00e3o \u00e0 Intentona Comunista, o jornal \u00e9 fechado pelo governo. J\u00e1 em Minas Gerais, publica o primeiro livro, a sele\u00e7\u00e3o de cr\u00f4nicas O Conde e o Passarinho (1936). Em 1937, instaurado o Estado Novo, volta a ser perseguido, por sua participa\u00e7\u00e3o na funda\u00e7\u00e3o da revista Problemas, em que se re\u00fanem intelectuais marxistas e socialistas. Em 1940, quando tenta sair de S\u00e3o Paulo para o norte do pa\u00eds, \u00e9 preso. Torna-se, em 1943, chefe de publicidade do Servi\u00e7o Especial de Sa\u00fade P\u00fablica de Minas Gerais, onde h\u00e1 uma grande mobiliza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos e intelectuais oposicionistas. No ano seguinte, publica seu segundo livro, O Morro do Isolamento, e vai \u00e0 It\u00e1lia com a For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira, enviado pelo Di\u00e1rio Carioca para cobrir a participa\u00e7\u00e3o do Brasil na Segunda Guerra Mundial. As viagens internacionais tornam-se constantes: cobre a elei\u00e7\u00e3o de Per\u00f3n, na Argentina, em 1946; passa seis meses em Paris, como correspondente de O Globo, em 1947; entre 1950 e 1952, atua como correspondente europeu para o Correio da Manh\u00e3; em 1956, acompanha a elei\u00e7\u00e3o de Dwight D. Eisenhower, nos Estados Unidos. Durante o governo de Jo\u00e3o Caf\u00e9 Filho (1954-1955), assume, por oito meses, a chefia do Escrit\u00f3rio de Propaganda e Expans\u00e3o Comercial do Brasil no Chile. \u00c9 nomeado por J\u00e2nio Quadros embaixador do Brasil em Marrocos, em 1962. Com Fernando Sabino (1923 &#8211; 2004), cria a Editora do Autor, em 1960, e, com a participa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m de Otto Lara Resende (1922 &#8211; 1992), a Editora Sabi\u00e1, em 1967, que, posteriormente, \u00e9 adquirida por Jos\u00e9 Olympio. A partir de 1975, integra a equipe de jornalismo da Rede Globo de Televis\u00e3o.<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><b>100 ANOS SEM ALU\u00cdSIO DE AZEVEDO<\/b><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-Blr4DQYYkWo\/UOhEfVsmtUI\/AAAAAAAAF9Q\/_gWQgcpyxF4\/s400\/Aluisio_Azevedo.jpg\" \/><\/div>\n<div><\/div>\n<div><b><i>Alu\u00edsio Tancredo Gon\u00e7alves de Azevedo<\/i><\/b>\u00a0(S\u00e3o Lu\u00eds MA 14 de abril de 1857 &#8211; Buenos Aires, Argentina<b><i>\u00a021 de janeiro de 1913<\/i><\/b>). Romancista, contista, e dramaturgo. \u00c9 irm\u00e3o do escritor Artur Azevedo (1855 &#8211; 1908). Na juventude interessa-se por desenho e pintura e se matricula no Liceu Maranhense em 1871. Cinco anos depois, vai para o Rio de Janeiro para ingressar na Academia Imperial de Belas Artes, inicia suas colabora\u00e7\u00f5es em jornais, e exerce a fun\u00e7\u00e3o de caricaturista em O F\u00edgaro. Volta a S\u00e3o Lu\u00eds, em raz\u00e3o da morte de seu pai, em 1878. Em sua cidade natal, estr\u00e9ia como romancista em 1879, com o livro Uma L\u00e1grima de Mulher, que se aproxima da est\u00e9tica rom\u00e2ntica. Participa da funda\u00e7\u00e3o, em 1880, do peri\u00f3dico anticlerical O Pensador, do qual se torna um dos redatores. No ano seguinte, lan\u00e7a o romance O Mulato, cujo teor cr\u00edtico \u00e0 sociedade maranhense e o realismo sem censura provocam grande pol\u00eamica, incluindo manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de indigna\u00e7\u00e3o em jornais, o que motiva o seu retorno ao Rio de Janeiro em 1881. Mem\u00f3rias de um Condenado e Mist\u00e9rios da Tijuca s\u00e3o publicados em folhetim em 1882, respectivamente em A Gazetinha e Folha Nova. Azevedo suprime partes e reescreve trechos de O Mulato, em 1889, para nova edi\u00e7\u00e3o, de conte\u00fado menos pol\u00eamico. Vai para a Espanha, na condi\u00e7\u00e3o de vice-c\u00f4nsul, em 1895, ap\u00f3s a edi\u00e7\u00e3o do Livro de uma Sogra. Re\u00fane contos, incluindo alguns da obra Dem\u00f4nios, e lan\u00e7a Pegadas, em 1897. Transfere-se para Yokohama, no Jap\u00e3o. Nomeado c\u00f4nsul, se estabelece em La Plata, na Argentina, em 1899. Muda-se, ap\u00f3s dois anos, para Cardiff, no Pa\u00eds de Gales. \u00c9 promovido a c\u00f4nsul de primeira classe em Assun\u00e7\u00e3o, Paraguai, em 1910. Torna-se adido comercial do Brasil na Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai. No fim de agosto de 1912, o escritor sofre um atropelamento. Suspeita-se que sua morte, no in\u00edcio do ano 1913, seja conseq\u00fc\u00eancia das seq\u00fcelas do acidente. A obra de Azevedo \u00e9 quase toda ligada a jornais, para os quais desenha, escreve artigos e publica romances em folhetim.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div><b>CENTEN\u00c1RIO DE VINICIUS DE MORAES &#8211; O POETINHA<\/b><br \/>\n[100 anos de Vinicius de Moraes &#8211; O Poetinha]<\/div>\n<div><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-PfFksIP1mtI\/UOh2yIWBrQI\/AAAAAAAAGB4\/J6UV9LKeCvU\/s400\/vinicius-de-moraes-foto-autografada-original_jpg.jpg\" \/><\/div>\n<div><\/div>\n<div><i><b>Vin\u00edcius de Moraes\u00a0<\/b><\/i>(Rio de Janeiro,\u00a0<i><b>19 de outubro de 1913<\/b><\/i>\u00a0\u2014 Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.<\/div>\n<div>Poeta essencialmente l\u00edrico, tamb\u00e9m conhecido como &#8220;poetinha&#8221;, apelido que lhe teria atribu\u00eddo Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um bo\u00eamio inveterado, fumante e apreciador do u\u00edsque, era tamb\u00e9m conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida e suas esposas foram, respectivamente: Beatriz Azevedo de Melo (mais conhecida como Tati de Moraes), Regina Pederneiras, Lila B\u00f4scoli, Maria L\u00facia Proen\u00e7a, Nelita de Abreu, Cristina Gurj\u00e3o, Gesse Gessy, Marta Rodrigues Santamaria (a Martita) e Gilda de Queir\u00f3s Mattoso. Sua obra \u00e9 vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e m\u00fasica. No campo musical, o poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, Jo\u00e3o Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Boas leituras durante a Fall Pause!<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2013\/01\/centenarios-de-2013-obras-e.html\">http:\/\/www.elfikurten.com.br\/2013\/01\/centenarios-de-2013-obras-e.html<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2013 est\u00e1 sendo marcado pelo centen\u00e1rio de diversas personalidades da Literatura Brasileira. 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